8.11.16

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CANTO DO INACIO

CURSO 2017: informações e inscrições

Início 06 e 07 de fevereiro de 2017
Dias e horários
Turma 1: segundas, das 19h30 às 23h
Turma 2: terças, das 9h30 às 13h


as aulas marcadas com * serão iniciadas 15 minutos mais cedo

Valores: 

Plano Anual: R$ 300,00 mensais**

Plano Semestral: R$ 330,00 mensais**

Plano Trimestral: R$ 370,00 mensais**

Plano Mensal: R$ 390,00 mensais

Fone: (11) 3825.8141
email: cinegrafia@uol.com.br
Local: R. Augusta, 1470
Consolação - São Paulo - SP







programa e cronograma de aulas de 2017


SURGIMENTO DO CINEMA E FORMAÇÃO DA LINGUAGEM

1. INTRODUÇÃO
(06 e 07 de fevereiro)
Objetivos e método do curso. O cinema como única arte com origem popular (na visão de
 Panofsky). O cinema como arte tecnológica: a passagem do mudo ao sonoro – vista a partir de Cantando na Chuva. O trauma da introdução do som: O Cantor de Jazz. A arte da era do maquinismo – a fronteira com a indústria – na sociedade do espetáculo.

2. LUMIÈRE, MÉLIÈS E O PRIMEIRO CINEMA

(13 e 14 de fevereiro)
O surgimento do cinema no fim do século 19 e o estabelecimento dos dois princípios básicos: o cinema como documento (
Lumière) e como sonho (Méliès). As primeiras criações estilísticas: a nãoestaticidade de Lumière, a trucagem em Méliès. O surgimento da indústria (Pathé). Revisão da historiografia clássica, que observa os primórdios do cinema e um bebê que dá seus primeiros passos. Hoje admite-se que este cinema dos primórdios corresponde a um outro tipo de espetáculo. Apresentação de vários filmes ingleses, franceses e americanos da primeira década do séc. 20 e do final do século 19.

3.
 D.W. GRIFFITH – SURGIMENTO DA LINGUAGEM CLÁSSICA
(20 e 21 de fevereiro)
Filmes base: 
The Lonely Villa e The Lonedale Operator O surgimento da linguagem narrativa tal como a conhecemos ainda hoje. Procedimentos criados ou sistematizados por Griffith: a idéia de plano, a decupagem clássica (divisão em planos), a montagem alternada, a câmera transparente, a importância da luz, a busca do realismo, a psicologia e a subjetividade. Como todo o movimento de Griffith, a partir de 1908, leva a uma nova compreensão do cinema, que se consubstancia na linguagem clássica e no filme de longa metragem, a partir de 1915. Trechos de Way Down East.

4. A ESCOLA ALEMÃ 1

(06 e 07 de março)
Filme base: O Gabinete do Dr.
 Caligari, de Robert Wiene
O surgimento do cinema alemão de qualidade como decorrência da 1a. Guerra Mundial. Presença do romantismo. Influência de Max
 Reinhardt. Importância da luz e da cenografia. A derrota na guerra e a emergência de forças irracionais. Características do expressionismo e sua presença em O Gabinete do Dr. Caligari e O Golem. Nem todo cinema alemão dos anos 20 é expressionista. O fantástico em F.W. Murnau. Outras escolas: o kammerspielfilm (Murnau), o realismo social (Pabst), a comédia.

5. A ESCOLA RUSSA - REVOLUÇÃO E MONTAGEM

(13 e 14 de março)
Filme base: O Encouraçado
 Potemkin, de Sergei Eisenstein
A influência de Griffith. A montagem como base do cinema. A experiência
 Kulechov. A montagem estrutural de Pudovkin. Eisenstein e a busca de uma nova narratividade, proletária, a partir do uso da montagem. O épico e o patético. Dziga Vertov e o documentário.
Filme complemento: O Homem com a Câmera, de
 Dziga Vertov.

6. ERICH VON STROHEIM E O NATURALISMO AMERICANO *
(20 e 21 de março)
Filme base: A Marcha Nupcial
A decadência de Griffith. O realismo de
 Stroheim. Busca e importância do detalhe. A coloquialidade como base do cinema americano. Destruição e herança de Stroheim

7. A ESCOLA ALEMà2: FRITZ LANG
(27 e 28 de
 março)
Filme base: M, o Vampiro de
 Dusseldorf, de Fritz Lang
Fritz Lang e o filme de aventura. As doenças da alma e a questão do olhar em Dr.
 Mabuse. O duplo em Metrópolis. A derrota da razão em M, o Vampiro de Dusseldorf

8. A ESCOLA ALEMà3: MURNAU
(03 e 04 de abril)
Filme base: Tabu
F.W. Murnau, a tendência romântica, o cinema de câmera (kammerspielfilm), o cineasta alemão que muda o cinema americano.

A ERA CLÁSSICA: O CINEMA DE GÊNERO

9. HOLLYWOOD, A FORMAÇÃO DA INDÚSTRIA E DOS GÊNEROS - O POLICIAL *
(10 e 11 de abril)
Filme base: Fúria Sanguinária, de
 Raoul Walsh
Como se forma a indústria hollywoodiana. O sistema de estúdios. A idéia de linha de montagem e o controle do produtor. O filme de gênero como regulador da idéia industrial (produção em escala). Gêneros e estúdios. Apogeu e decadência do sistema clássico. O policial clássico
, visto em Fúria Sanguinária, obra-prima do gênero. Exemplo de comédia: Contrastes Humanos, de PrestonSturges, clássico da segunda geração da comédia sofisticada; Vincente Minnelli Assim Estava Escrito; o funcionamento da Hollywood clássica e sua decadência. O “gênio do sistema”.

10. O CLÁSSICO POR EXCELÊNCIA – JOHN FORD 
(17 e 18 de abril)
Filme base: No Tempo das Diligências
Situação de John Ford na indústria cinematográfica americana. O que é o filme clássico e sua relação com o moderno. Ford, o criador do mito da América.

11. COMÉDIA – LUBITSCH
(24 e 25 de abri)
Filme base: Ser ou Não Ser
Os tipos de comédia. Contribuição européia a Hollywood:
 Murnau, Fritz Lang, Lubitsch, outros. Significado do classicismo cinematográfico. Grandes cultores da comédia sofisticada. Lubitsch, a censura, o duplo sentido. O desejo no universo de Lubitsch.A comédia burlesca (slapstick) e sua passagem do teatro ao cinema. Urbanização, velocidade e comédia. Conflito homem vs. máquina. Os comediantes mais destacados do mudo: Charlie Chaplin, Buster Keaton. O primeiro grande comediante: Max Linder. O burlesco no sonoro: Os Irmãos Marx (incorporação da palavra à mímica e à música), Jerry Lewis.

12. FAROESTE - O GÊNERO HISTÓRICO AMERICANO 
(08 e 09 de maio)
Filme base: E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann
Caráter histórico e mitológico do gênero, seu significado e evolução. A guerra de conquista territorial, suas justificativas. Evolução do gênero e seus temas. A primeira geração do sonoro: John Ford. A segunda geração: Anthony Mann. Decadência e "western
 spaghetti".

NA PASSAGEM DO CLÁSSICO AO MODERNO

13. GRANDES AUTORES - JEAN RENOIR 
(15 e 16 de maio)
Filme base: A Regra do Jogo
Influência de Auguste Renoir, seu pai. Influência de Von
 Stroheim. Diversidade da obra: comédias, dramas, musicais, adaptações. O engajamento político. Renoir e Emile Zola: a tragédia operária em A Besta Humana. Destino e determinismo social. O precursor do neo-realismo.

14. GRANDES AUTORES – CARL TH. DREYER 
(22 e 23 de maio)
Filme-base: O Vampiro, de Carl Theodor
 Dreyer
Dreyer e a escola nórdica; misticismo e natureza

15. GRANDES AUTORES - YASUJIRO OZU 
(29 e 30 de maio)
Filme base: Bom Dia As tradições do cinema japonês, desde o mudo. Alguns de seus grandes autores:
 Kenji Mizoguchi (geração do mudo); Akira Kurosawa (pós-guerra), Nagisa Oshima e Shohei Imamura (nouvelle vague).Ozu e a crítica do cinema como manipulador de realidade: “uma mídia tirânica”. O sistema Ozu: formas de retirar o autoritarismo do cinema, pelo estabelecimento de um diálogo espectador-tela. A arte como forma de dominar o caos do mundo e exibí-lo.
  
16. GRANDES AUTORES – HITCHCOCK *
(05 e 06 de junho)
Filme base: Frenesi
 Hitchcock e o suspense. A aventura do homem num mundo organizado pela aparência. O catolicismo em Hitchcock. A natureza dual do mundo: crime e inocência, aparência e realidade, ser e parecer, corpo e alma. “O que é verdade?”. “O que é a imagem?

17. GRANDES AUTORES - HOWARD HAWKS 
(12 e 13 de junho)
Filme Base: Levada da Breca
Elementos de modernidade no classicismo hawksiano. O individualismo. A ação como resgate do homem. A amizade masculina. A câmera à altura do homem e o humanismo hawksiano. O sentido da existência. Levada da Breca e a comédia screwball.

18. GRANDES AUTORES – DOUGLAS SIRK 
(19 e 20 de junho)
Filme base: Palavras ao Vento
A tradição do melodrama: Griffith, Stahl, R.W. Fassbinder.
19. PANORAMA DO CINEMA JAPONÊS 
(26 e 27 de junho)
Prof. convidado: Sérgio Alpendre
Filme base: A Imperatriz Yang Kwei-Fei, de Kenji Mizoguchi
Outros cineastas a serem analisados: clássicos como Akira Kurosawa, Mikio Naruse e modernos como Nagisa Oshima e Shohei Imamura.

20. A MONTAGEM
(03 e 04 de julho)
Prof. convidado: Cristina Amaral – montadora
O que é montagem. O trabalho do montador. Exemplos de montagem. Aula dada por profissional da área.
21. A DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA
(10 e 11 de julho)
Princípios de direção cinematográfica. Etapas da realização do filme. Os vários elementos envolvidos no ato de dirigir. Aula dada por um diretor de cinema convidado.

22. AULA BUÑUEL
(17 e 18 de julho)
Filme-base: L’age d’or

23. BRASIL 1 – O CLASSICISMO 
(24 e 25 de julho)
Filme-base: Ganga Bruta, de Humberto Mauro
O surgimento do cinema no Brasil. Primeiras crises. A era dos ciclos regionais. Adhemar Gonzaga e a idéia de cinema industrial: a
 Cinédia.Arte industrial num país pré-industrial. O ciclo de Cataguazes. Humberto Mauro: traços de realismo, naturalismo e romantismo. A “arte prosaica”. Apogeu do mudo brasileiro no início dos anos 30: Mauro, Mario Peixoto, Octavio Gabus Mendes.

SEGUNDO SEMESTRE: CINEMA MODERNO

24. A CRISE DE 1930 E O FILME “B"
(31 de julho e 01 de agosto)
Filme-base: Gun Crazy - Mortamente Perigosa, de Joseph H. Lewis
O que é filme“B”. Significado histórico dessa categoria de filmes. Decorrências para o cinema moderno e contemporâneo. “Tirar o tudo do nada”. A liberdade na pobreza: policial e erotismo em Gun Crazy. Outro Lewis: Reinado de Terror. A escola de Val Lewton (fragmentos de Sangue de Pantera).

25. O ROTEIRO
(07 e 08 de agosto)
Filme base: O Poderoso Chefão (introdução), de Francis Ford Coppola
O texto dentro da concepção do filme. Estágios do roteiro. Gênero, tom, unidade. Elementos básicos do roteiro cinematográfico.
 Plot e subplots. As etapas do roteiro: exposição, evolução, desenlace. Tipos de cena. O clichê e sua função. Concisão, ritmação, “viradas”.

26. ORSON WELLES E A NARRATIVA MODERNA *
(14 e 15 de agosto)
Filme base: Cidadão Kane
O que é cinema moderno. Condições para o surgimento da estética moderna. Transformação da linguagem cinematográfica (crise da estética da transparência). Prefigurações do moderno. O cinema se repensa a partir de sua história. Kane e a nova organização espacial: profundidade de campo, plano sequência, o som, sentido da fotografia. Orson Welles e o tema do labirinto: o mundo moderno como mundo instável. Diálogo com outras artes.

27. ROBERTO ROSSELLINI E O
 NEO-REALISMO
(21 e 22 de agosto)
Filme base: Alemanha, Ano Zero
O cinema italiano no fascismo. O que é
 neo-realismo. Características centrais. Se Roma, Cidade Aberta é a eclosão do novo cinema europeu,Alemanha, Ano Zero traz a plenitude desta corrente, ao mostrar um drama moral e social na Berlim do pós-guerra.A idéia de liberdade em R.R. O catolicismo. O cinema contra a sociedade do espetáculo. O primado da ética e do autor. Os “neo-realismos”. Multiplicidade do moderno.

28. INGMAR BERGMAN E A CRÍTICA FRANCESA NO PÓS-GUERRA
(28 e 29 de agosto)
Filme base: Mônica e o Desejo, de Ingmar Bergman
Evolução do pensamento crítico. Os
 teóricos-realizadores da era clássica. Segunda Guerra e cinefilia. Surgimento da Cinemateca: o cinema e o reconhecimento de sua história. O realismo de AndréBazin como matriz do pensamento crítico no pós-guerra. O cineclubismo. Os “Cahiers du Cinéma” e a geração dos “jovens turcos”: Truffaut, Godard, Rohmer, Rivette e Chabrol. Reavaliação histórica do cinema. Combate à “qualidade francesa”. O que é “autor”. A “política dos autores”. Redefinição do cinema e preparação da “Nouvelle Vague”.

29. AMÉRICA: A GERAÇÃO DO PÓS-GUERRA
(04 e 05 de setembro)
Filme: Anjo do Mal/
Pick Up on South Street, de Samuel Fuller
A crise do “sonho americano”: desilusão do pós-guerra; Guerra Fria e macarthismo. A diluição das fronteiras morais. Transformações nos gêneros e transformação do herói. A América da maturidade: Nicholas Ray, Elia Kazan.

30. DEPOIS DO NEO-REALISMO: ANTONIONI *
(11 e 12 de setembro)
Filme base: 
Blow Up - Depois daquele Beijo
O “neo-realismo sem bicicleta”.
 Desdramatização e rarefação da intriga. O real tensionado. O homem diante da liberdade. O homem depois de Deus.

31. NOUVELLE VAGUE 1 - FRANÇOIS TRUFFAUT
(18 e 19 de setembro)
Filme base: Os Incompreendidos
Elementos básicos da
 Nouvelle Vague. O cinema que se faz a partir do conhecimento da história. A substituição do artesão pelo autor. NV: núcleo central (Truffaut, Godard, Rivette, Rohmer, Chabrol) e agregados. A ação e a coloquialidade como fundamentos do novo cinema. A idéia de independência criativa. Transformações técnicas, estéticas, politicas, sociais e econômicas decorrentes da NV.

32. NOUVELLE VAGUE 2 – ALAIN RESNAIS
(25 e 26 de setembro)
Filme base: Hiroshima Meu Amor
O impacto de Hiroshima. Relato
 não-linear e espaço fragmentário. Afastamento do literário e da psicologia. O filme como recriação (e não como imitação do mundo). A memória. Fato, memória e discurso. O real questionado. O realismo de André Bazin questionado. Campo e extracampo. Trama de imagens e som. A inexistência do tempo.

33. NOUVELLE VAGUE 3 - JEAN-LUC GODARD
(02 e 03 de outubro)
Filme base: 
Alphaville
Vários momentos da “revolução”
 godardiana. Enquadramento e apreensão do real; plano sequência e decupagem clássica; ausência de roteiro e busca de reencontro do cinema mudo; montagem como princípio organizador; citação e agregação de outros universos; o filme como documento: atualidade e atualidades; descontinuidade; os diversos usos da fala, da música, dos ruídos.

34. CINEMA BRASILEIRO 2 – A ERA MODERNA *
(09 e 10 de outubro)
Filme base: Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha
O cinema brasileiro e a busca de legitimidade a partir dos anos 40: Atlântida e Vera Cruz. Introdução do neo-realismo. Fundação de uma
 cinedramaturgia brasileira e seus fundamentos. Cinema como instrumento de libertação nacional: "estética da fome". Instauração de um modo de produção: a câmera na mão. Cinema Novo e sua relação com a técnica. Glauber e o anti-espetáculo: revelação e questionamento do real. Barroco e opacidade. História e destino.

CINEMA CONTEMPORÂNEO

35. CLINT EASTWOOD *
(16 e 17 de outubro)
Filme base: Os Imperdoáveis
A crise do moderno. O retorno à narratividade. A imagem como referencial do filme. Hollywood e a introdução do “
blockbuster”. Os Imperdoáveis e a história do faroeste. Os Imperdoáveis no contexto contemporâneo. O Oeste como lenda e como história. O simulacro.

36. ERIC ROHMER
(23 e 24 de outubro)
Filme base: Noites de Lua Cheia
O trabalho com a imagem numa era de inflação de imagens. Cinema meio e cinema fim. Cinema como arte do espaço. A recuperação da transparência narrativa. O jogo do real e do imaginário.
37. BRIAN DE PALMA
(30 e 31 de outubro)
Filme base: Redacted - Guerra sem Cortes
De Palma ou a percepção de que a experiência deixa de ser gerada pelo mundo real e passa a ser gerada pelas próprias imagens

38. DAVID CRONENBERG
(06 e 07 de novembro)
Filme base: eXistenZ
Os meios de comunicação como extensões do homem. Homem, ciência, mutação. Os monstros inquietantes. Diferença entre o monstro clássico e monstro
 cronenberguiano. Realismo e realidade virtual. Crise do sujeito. A comunidade desviante. Fonte narrativa em D.C. A imagem como ilusão.

39. MANOEL DE OLIVEIRA
(13 e 14 de novembro)
Filme- base: A Carta.

40. CINEMA BRASILEIRO 3
(27 e 28 de novembro)
Filme Base: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério
 Sganzerla
Principais decorrências do Cinema Novo nos anos 60. A influência da cinefilia e do cinema popular.
 Embrafilme, experiência de empresa estatal.

41. ABBAS KIAROSTAMI
(04 e 05 de dezembro)
Filme base: Onde Fica a Casa do Meu Amigo?
Anos 80: a vanguarda vem da Ásia. Chinas e Irã. Algumas características do modo de produção iraniano.
 Kiarostami: plano e duração do plano. Tempo e suspense. O sistema A.B.: filme como produto do contato entre espectador e projeção. Incompletude das imagens e público.
E a Ásia: Apichatpong Weeresatakul, Jia Zhang-Ke, Edward Yang

42. DAVID LYNCH *
(11 e 12 de dezembro)
Filme base: Mulholland Drive - Cidade dos Sonhos
O mistério e a experiência do mistério. O quebra-cabeça narrativo. Dissociação do sujeito. Narrativa vs. verossimilhança.

43. CINEMA BRASILEIRO 4 - ANOS 90 E DEPOIS
(18 e 19 de dezembro) 
Filme base: O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Fº
A Retomada, a busca de novas narrativas, a procura da massificação.

** Os Planos Trimestral, Semestral e Anual são pactuados no momento da inscrição ou no mês subsequente, mediante o pagamento por cheques pré-datados
Eles não comportam obrigatoriedade. Caso o aluno precise ou deseje abandonar o curso antes do final do contrato. Far-se-á o acerto tomando por base o preço da mensalidade desde o início do contrato e serão devolvidos os cheques ainda pendentes.

Assim, por exemplo: caso um aluno tenha feito um Plano Semestral, deixará aos cuidados do curso seis cheques pré-datados no valor de R$ 330,00. Caso deseje, após o terceiro mês abandonar o curso, será acrescentada ao valor já pago ( 3x R$ 330,00) a diferença entre a mensalidade reduzida e o valor integral (isto é, entre R$ 330,00 e R$ 390,00), ou seja: R$ 60,00 x 3 = 180,00. Os cheques referentes aos demais meses serão restituídos ou inutilizados.

13.11.07

BIBLIOGRAFIA GERAL *

Cinema de Boca em Boca - Críticas de Inácio Araujo, de Juliano Tosi (org.) (Imprensa Oficial) disponível para download aqui
Compreender o Cinema, de Antonio Costa (ed. Globo)
O Cinema - Ensaios, de André Bazin (ed. Brasiliense)
O Cinema como Arte, de Rudolf Arnheim (ed. Aster - Lisboa)
A Experiência do Cinema, org. Ismail Xavier (ed. Graal)
O Gênio do Sistema, Thomas Schatz (ed. Companhia das Letras)
Hitchcock/Truffaut, de François Truffaut (ed. Companhia das Letras)
Cinema – O Mundo em Movimento, de Inácio Araujo (ed. Scipione)
Fragmentos para uma Autobiografia, de Roberto Rossellini (ed. Nova Fronteira)
Por um Cinema sem Limite, de Rogério Sganzerla (Azougue Editorial)
Dicionário Teórico e Crítico de Cinema, Jacques Aumont e Michel Marie (Papirus)
As Teorias dos Cineastas, de Jacques Aumont (Papirus)
Cinema Mundial Contemporâneo, de Mauro Baptista e Fernando Mascarello (orgs.) (Papirus)
O Jogo da Reinvenção - Charlie Kaufman e o Lugar do Autor no Cinema, de Cecília Sayad (Alameda Editorial)
Ecos do Cinema - org. Ivana Bentes (ed. UFRJ)
Figuras Traçadas na Luz - David Bordwell (Papirus)

Antologias críticas:
Um Filme É um Filme, de José Lino Grunewald (ed. Companhia das Letras)
A Palavra Náufraga, de Antonio Gonçalves Filho (ed. Cosac & Naify)
O Prazer dos Olhos, de François Truffaut (Jorge Zahar ed.)

Sites:
Dicionários de Cinema: http://dicionariosdecinema.blogspot.com/

Outras leituras:
Ao longo do curso serão indicados textos específicos sobre alguns dos assuntos e realizadores abordados.

* Não se trata de textos de leitura obrigatória, mas de sugestões de leitura